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VCE | Soluções

  • Todos nossos clientes vivenciam gestão de projetos dentro de suas necessidades - é assim que trabalhamos, sendo mais rápido o alcance de resultados e tomadas de ações em menor tempo. Os projetos abaixo resumem parte do que acreditamos ter amplo conhecimento e vasta teoria acadêmica, a partir de nossa experiênica de anos de trabalho. Os projetos de Boas Práticas de Fabricação estão relacionados as áreas de sáude, correlatos, sanitários e de saneantes sendo regulados pela Anvisa e os projetos ISO, bem conhecidos já são constituídos por normas internacionais tenho atividades de implantação e de auditorias sequenciais.

  • Projetos de Boas Práticas de Fabricação / BPF

    • As Resoluções Diretivas / ANVISA

      A qualidade, a segurança e a eficácia dos produtos submetidos ao regime de vigilância sanitária (medicamentos, cosméticos, saneantes e produtos para a saúde ou correlatos) são preocupações constantes das autoridades sanitárias em todos os países.

      As Boas Práticas de Fabricação - BPF são, conceitualmente, o componente da Garantia da Qualidade que assegura que os produtos submetidos ao regime da vigilância sanitária sejam consistentemente produzidos e controlados com padrões de qualidade apropriados para o uso pretendido e requerido no ato de registro destes junto ao órgão federal de vigilância sanitária, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.

      A aplicação das BPF a produtos farmacêuticos, cosméticos, saneantes e produtos para a saúde (correlatos) dão a certeza da reprodutibilidade na produção, agregando fatores de qualidade aos produtos.

      As BPF enquanto conjunto é a ferramenta mais poderosa no controle e prevenção de contaminações, misturas e falhas que podem ocorrer em um produto para a saúde humana.

      Deve ser utilizada de forma clara e transparente no processo de fabricação dos produtos, através dos seus componentes fundamentais e princípios mínimos básicos para a obtenção da qualidade assegurada.

      As BPF representam um conjunto de informações sistematizadas mediante procedimentos e instruções de trabalho descritas num manual de qualidade não levando em conta a dimensão do estabelecimento, a nacionalidade e, tampouco, o que ele produz. Devemos entender aqui, no entanto, que o sistema de qualidade não pode ser copiado e sim implementado de acordo com as peculiaridades dos produtos fabricados. A Resolução estabelece as regras que as boas práticas de fabricação devem enfocar. Contudo, ela não engessa a implementação prática dos critérios, pois o objetivo é produtos e serviços médicos seguros e eficazes.

      As regras estabelecidas e que compõem o Sistema de Qualidade de uma organização, aplicadas por meio de procedimentos e instruções de trabalhos, buscam avaliar o envolvimento gerencial e o dos trabalhadores com a política da qualidade, os métodos e controles usados no projeto, as compras, a fabricação, a embalagem, a rotulagem, o armazenamento, a instalação e a assistência técnica de todos os produtos médicos.

      O não cumprimento de uma ou mais regras confere a um produto médico a condição de adulterado. Neste caso, o produto, o estabelecimento e seus responsáveis estão sujeitos às ações regulatórias da vigilância sanitária. Importante ainda que, se um fabricante que comercializa produtos no país se recusar a programar uma inspeção em suas instalações para verificar o cumprimento dessa norma, estará configurado, para efeito da lei, que os métodos e controles utilizados na cadeia de produção não cumprem os requisitos das BPF.

      Com a metodologia de assessoria da VCE, os profissionais serão capacitados e continuarão e exercer o trabalho implementado e o investimento da equipe ficará garantido pela aplicação, proporcionando-lhes plano de carreira adequado e crescimento profissional.

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  • Projetos ISO

    • A Norma NBR ISO 9001: 2008
      A Norma NBR ISO 14001: 2004
      A Norma OHSAS 18001:2007 (sim, apesar de não ser da família ISO, usa a mesma metodologia PDCA)
      A Norma ISO/TS 16949: 2010
      A Norma NBR ISO 13485 : 2004

      Sistema de Gestão da Qualidade

      A Norma NBR ISO 9001: 2008

      Padrão internacional que fornece requisitos para um sistema de gestão da qualidade (SGQ). Faz parte de uma família de padrões publicadas pela ISO, muitas vezes referida como série NBR ISO 9000.

      A adoção de um SGQ deve ser uma decisão estratégica. O projeto e implementação deste sistema é influenciado por:

      i. seu ambiente organizacional, mudanças e riscos associados;
      ii. necessidades gerais;
      iii. objetivos particulares;
      iv. relação de linhas de produtos;
      v. mapas de processos;
      vi. tamanho da empresa e suas hierarquias.

      A norma NBR ISO 9001:2008 tem como objetivo fornecer um conjunto de requisitos que, se eles efetivamente implementados, fornecerão confiança que seu fornecedor pode consistentemente fornecer bens e serviços que:

      1. Encontre suas necessidades e expectações;
      2. Atenda com regulamentos aplicáveis.

      Os requisitos cobrem uma ampla amplitude de tópicos, incluindo aí requisitos que atendam aos principais princípios definidos na qualidade. São eles:

      • Seção 4 - Sistema de Gestão da Qualidade
      • Seção 5 - Responsabilidade da Direção
      • Seção 6 - Gestão de Recursos
      • Seção 7 - Realização do Produto
      • Seção 8 - Medição, Análise e Melhoria

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      A Norma NBR ISO 14001: 2004

      Fazer negócios hoje, não significa simplesmente vender produtos e serviços para clientes e consumidores, se você não cuida de seu mercado particular e global. Num maior interesse de mercado, você precisa ser capaz de demonstrar eficácia em situações ambientais de seu negócio, devido às regras regulamentares existentes e ainda por exigência de clientes.

      Um sistema de gerenciamento ambiental (SGA), com base na norma NBR ISO 14001:2004 determina uma estrutura sólida a fatores ambientais e sociais, demonstrando controle total e superior sobre todos os fatores que podem afetar e implicar seus negócios.

      Por conseqüência da experiências adquiridas em implementações ambientais, os sitemas demonstram que a ISO 14001 inspira e abre canais de criatividade de todos os membros da empresa, tornando-os ativos e promovendo mudanças para proteção do meio ambiente, conservação de recursos e eficiências melhoradas.

      Os requisitos da Norma NBR ISO 14001: 2004

      Seção 4.1 – Requisitos Gerais
      Seção 4.2 – Política Ambiental
      Seção 4.3 – Planejamento
      Seção 4.4 – Implementação e Operação
      Seção 4.5 – Verificação
      Seção 4.6 – Revisão Gerencial

      Juntas, estas ferramentas podem fornecer benefícios econômicos tangíveis, incluindo:

      • Redução de matéria-prima e uso de recursos;
      • Redução do consumo de energia;
      • Melhoria da eficiência do processo;
      • Redução da geração de refugos e custos de reprocesso e;
      • Utilização de recursos de recuperação.

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      A Norma OHSAS 18001:2007

      Um certificado OHSAS 18001 garante que o seu sistema de gestão foi avaliado em relação às melhores práticas da norma e foi aprovado. Emitida por um organismo de certificação, a validação independente por terceiros dá aos seus empregados e parceiros a certeza de que você está protegendo pró-ativamente a saúde e a segurança da sua mão de obra.

      O sistema de certificação OHSAS foi criado por uma associação de órgãos de normas nacionais, organismos de certificação e consultorias especializadas.

      A série OHSAS

      A série de avaliação de saúde e segurança ocupacional OHSAS 18001 foi projetada para ajudar as organizações a formularem políticas e metas de saúde e segurança ocupacional. A série inclui a norma 18001 e diretrizes para a implementação da OHSAS 18001. A norma se aplica qualquer organização que queira adotar uma abordagem pró-ativa para a gestão dos riscos à saúde e segurança ocupacional.

      Eliminando riscos e perigos

      A OHSAS 18001 mede seus sistemas de gestão em várias dimensões. A abrangência da aplicação vai depender de fatores como da política de saúde e segurança ocupacional da organização, a natureza de suas atividades, e as condiçõessob as quais opera.

      Um sistema de gestão bem-sucedido deve se fundamentar em:

      • Uma política de segurança e saúde apropriada para a companhia.
      • A identificação dos riscos e exigências legais de saúde e segurança ocupacional.
      • Objetivos, metas e programas que assegurem o aperfeiçoamento contínuo.
      Atividades de gestão que controlem os riscos de saúde e segurança ocupacional.
      • Monitorar o desempenho do sistema de saúde e segurança ocupacional.
      • Revisões, avaliações e aperfeiçoamentos contínuos do sistema

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      A Norma ISO/TS 16949: 2010

      A norma ABNT ISO/TS16949 - Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos particulares para aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2008 para organizações de produção automotiva e peças de reposição pertinentes, define os requisitos do sistema de gestão da qualidade para projeto e desenvolvimento, produção e, quando pertinente, instalação e serviços relacionados aos produtos automotivos.

      Ela é aplicável às plantas da organização onde produtos especificados pelo cliente, para produção e/ou reposição, são manufaturados.

      Essa norma é muito importante para a montadora, dentro da complexa rede de produção. Porém, ela é ainda mais importante para os milhares de fornecedores, pois a implantação dessa norma, originalmente prevista para 2006, foi antecipada. Desde julho deste ano, diversas montadoras já exigem de seus fornecedores sua adequação à essa norma.

      Os resultados previstos são claros: maior eficiência e qualidade no sistema e maior adequação aos requisitos internacionais, visto a importância do cumprimento de regras no comércio internacional.

      A norma ISO/TS 16949:2002 é uma especificação técnica da ISO, que alinha padrões de sistema de qualidade americano (QS-9000), alemão (VDA6.1), Francês (EAQF) e italiano (AVSQ) dentro da indústria automotiva no mundo, com o princípio de eliminar a necessidade de certificações múltiplas para satisfazer os requisitos de clientes.

      Juntas com a NBR ISO 9001:2008, ISO/TS 16949:2010 especifica requisitos de sistema de qualidade para projeto e desenvolvimento, produção, instalação e serviços associados à produtos automotivos. Além disso, esistem requisitos específicos de clientes estabelecidos por empresas de manufatura de veículos.

      O uso da norma ISO/TS 16949:2010 deve ser elegível apenas para os requisitos determinados pela IATF (International Automotive Task Force):

      • Relevante somente para produtos relacionados à indústria automotiva
      • Aplicado somente para indústrias de manufatura para produção ou serviços
      • A indústria é definida somente como um local que possua processos que agregam valor de manufatura
      • A manufatura é definida como o processo de fazer materiais de produção, partes ou montagens, ou tratamento térmico, pintura e serviços de adição de metais.

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      A Norma NBR ISO 13485 : 2004

      A norma NBR ISO 13485:2004 especifica sistemas de gerenciamento da qualidade onde uma organização necessita demonstrar sua habilidade para fornecer produtos médicos e serviços relacionados, que consistentemente encontram outros requisitos de clientes e regulamentares aplicáveis.

      O objetivo primário da norma NBR ISO 13485:2004 é estruturar requisitos regulamentares de produtos médicos para sistemas de gerenciamento da qualidade. Como resultado, a norma inclui alguns requisitos particulares para produtos médicos e exclui outros requisitos da NBR ISO 9001:2000 que não são apropriados.

      Apesar da norma NBR ISO 9001:2000 ser mais genérica para aplicação às organizações, a norma NBR ISO 13485:2004 é a norma exigida para registros de produtos na marca européia CE.

      Todos os requisitos da NBR ISO 13485:2004 são específicos para organizações que fornecem produtos médicos, independente do tipo e tamanho da organização.

      Se requisitos regulamentares permitem exclusões para o controle e desenvolvimento de projeto, isto pode usado como uma justificativa para exclusão no sistema de gestão da qualidade. Estes requisitos podem fornecem propostas alternativas e endereçadas ao sistema de gestão da qualidade.

      Se quaisquer requisitos da cláusula 7 da NBR ISO 13485:2004 não são aplicáveis devido à natureza dos produtos médicos para o qual o sistema de gestão da qualidade é aplicado, a organização não precisa incluir os requisitos dentro do sistema de gestão da qualidade.

      Os processos requeridos para a norma NBR ISO 13485:2004, que são aplicados a produtos médicos, mas não são executados pela organização, são de responsabilidade da organização e serão auditados conjuntamente pelo sistema de gestão da qualidade da organização

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      Projetos Integrados

      Os sistemas de gestão integrados buscam realizar a integração dos processos de qualidade, meio ambiente, segurança, saúde ocupacional e responsabilidade social conforme características, atividades e necessidades de cada organização. Com a crescente pressão nas empresas para se fazer mais com menos, várias delas estão vendo a integração dos sistemas de gestão como uma excelente oportunidade para reduzir custos com o desenvolvimento e manutenção de sistemas separados, ou de inúmeros programas e ações que, na maioria das vezes, se superpõem e geram gastos desnecessários.

      Conceito

      Encontra-se a definição de sistema de gestão descrita de diversas formas por diferentes autores, porém percebe-se que o conceito embutido nessas definições é convergente. Sistema é um conjunto de partes interagentes e interdependentes que, conjuntamente, forma um todo unitário com determinado objetivo e efetuam determinada função produzindo um ou mais resultados.

      As normas de gestão específicas (ISO 9001, ISO 14000 e OHSAS 18001) definem, em resumo, que sistema de gestão é a parte de um sistema de gestão da organização utilizado para desenvolver e implementar suas políticas e para gerenciar seus aspectos e impactos. Por outro lado, e por ser mais abrangente que as demais normas de gestão, a NBR 16001 define como sistema de gestão o conjunto de elementos inter-relacionados ou interativos, voltados para estabelecer políticas e objetivos, bem como para atingí-los.

      Finalidade

      Os sistemas de gestão têm por objetivo prover as organizações de elementos de um modelo de gestão eficaz que possa ser integrado a outros requisitos da gestão. Esse fator de integração é o ponto-chave na gestão da organização. As estruturas das normas de gestão são semelhantes e fundem-se num único modelo de gestão. As normas de gestão seguem a estruturação do modelo baseado no ciclo P (Plan), D (Do), C (Check) e A (Act), partindo da premissa de se estabelecer uma política de gestão, realizar um planejamento desdobrando a política em objetivos e metas de desempenho, definindo procedimentos e processos operacionais a fim de garantir e direcionar a implantação efetiva das diretrizes da política da organização. Como forma de análise e melhoria do sistema de gestão, destaca-se as atividades de verificação, monitoramento e as ações corretivas/preventivas visando a melhoria do desempenho do sistema de gestão.

      Estrutura

      Em todos os sistemas de gestão percebe-se que a estrutura pode ser organizada nas seguintes categorias:

      • Política de Gestão;
      • Planejamento;
      • Implementação e Operação;
      • Avaliação de Desempenho;
      • Melhoria;
      • Análise Critica.

      As normas de sistemas de gestão possuem seus próprios requisitos específicos, porém as seis categorias relacionadas acima estão presente nelas e podem ser adotadas como eixo central para a integração das normas.

      Integrar esses sistemas é um grande desafio para as organizações. Dizer que um sistema de gestão é integrado não significa apenas que os requisitos das normas são tratados de maneira agrupada, no mesmo documento ou que as auditorias são realizadas no mesmo momento. A integração vai além do agrupamento de requisitos – ela considera a sinergia que cada assunto pode ocasionar. O foco no cliente, no ambiente, na saúde, na segurança, na responsabilidade social e na própria organização deve ser equilibrado, visando o atendimento de todas as partes interessadas. Esse pensamento pode ser considerado como o início para a estruturação de um sistema de gestão integrado.

      Projetos Integrados

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      Projeto BSC

      Balanced Scorecard é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School, Robert Kaplan e David Norton, em 1992. Os métodos usados na gestão do negócio, dos serviços e da infra-estrutura, baseiam-se normalmente em metodologias consagradas que podem utilizar a TI (tecnologia da informação) e os softwares de ERP como soluções de apoio, relacionando-a à gerência de serviços e garantia de resultados do negócio. Os passos dessas metodologias incluem: definição da estratégia empresarial, gerência do negócio, gerência de serviços e gestão da qualidade; passos estes implementados através de indicadores de desempenho.

      O BSC (Balanced Scorecard) foi apresentado inicialmente como um modelo de avaliação e performance empresarial, porém, a aplicação em empresas proporcionou seu desenvolvimento para uma metodologia de gestão estratégica.

      Os requisitos para definição desses indicadores tratam dos processos de um modelo da administração de serviços e busca da maximização dos resultados baseados em quatro perspectivas que refletem a visão e estratégia empresarial:

      • financeira;
      • clientes;
      • processos internos;
      • aprendizado e crescimento.

      É um projeto lógico de um sistema de gestão genérico para organizações, onde o administrador de empresas deve definir e implementar (através de um Sistema de informação de gestão, por exemplo) variáveis de controle, metas e interpretações para que a organização apresente desempenho positivo e crescimento ao longo do tempo.

      Projeto BSC

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      Projeto 5S

      O 5S é uma ferramenta de trabalho que permite desenvolver um planejamento sistemático de classificação, ordem, limpeza, permitindo assim de imediato maior produtividade, segurança, clima organizacional, motivação dos funcionários e consequente melhoria da competitividade organizacional.

      Os propósitos da metodologia 5S são de melhorar a eficiência através da destinação adequada de materiais (separar o que é necessário do desnecessário), organização, limpeza e identificação de materiais e espaços e a manutenção e melhoria do próprio 5S.

      Os principais benefícios da metodologia 5S são:

      1. Maior produtividade pela redução da perda de tempo procurando por objetos. Só ficam no ambiente os objetos necessários e ao alcance da mão.
      2. Redução de despesas e melhor aproveitamento de materiais. A acumulação excessiva de materiais tende à degeneração.
      3. Melhoria da qualidade de produtos e serviços
      4. Menos acidentes do trabalho.
      5. Maior satisfação das pessoas com o trabalho.

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      Gerenciamento de Projetos

      Um projeto é desenvolvido pelo profissional denominado gerente de projeto. Este profissional raramente participa das atividades diretas do projeto que produzem os resultados. Sua função é gerenciar o progresso do empreendimento e através das variáveis (qualidade, custo, prazo e âmbito) verificar seus desvios. Desta forma, seu objetivo geral é proporcionar que as falhas inerentes aos processos sejam minimizadas.

      Um gerente de projeto tem que determinar e executar as necessidades do cliente, baseado nos seus próprios conhecimentos. A habilidade de adaptar-se aos diversos procedimentos pode lhe proporcionar um melhor gerenciamento das variáveis e desta forma uma maior satisfação do cliente.

      Em campo, um gerente de projeto bem sucedido deve poder imaginar o projeto inteiro do seu começo ao seu término e desta forma assegurar que esta visão seja realizada.

      Qualquer tipo de produto ou serviço — edifícios, veículos, eletrônicos, software de computador, serviços financeiros, etc — pode ter sua execução supervisionada por um gerente de projeto e suas operações por um gerente de operações.

      Em geral sempre existe mais que uma solução ou alternativas para atender às mesmas necessidades. A técnica usada para definir a solução final passa pelo desenvolvimento de alternativas extremas. A primeira, de baixo custo, que atende as necessidades mínimas para ser funcional. A segunda tenta atender a maior parte das exigências das diversas áreas envolvidas no escopo, que resulta num projeto com custo muito maior e pouco competitivo. A partir de ambas as alternativas é desenvolvida uma solução intermediária entre as mesmas, que atende a uma boa parte das exigências com um custo competitivo.

      Vários setores utilizam variações destes estágios. Por exemplo, na construção civil, os projetos tipicamente progridem de estágios como pré-planejamento para design conceitual, design esquemático, design de desenvolvimento, construção de desenhos (ou documentos de contrato) e administração de construção. Embora os nomes difiram de indústria para indústria, os estágios reais tipicamente seguem os passos comuns à resolução de problemas (problem solving): definir o problema, balancear opções, escolher um caminho, implementar e avaliar.

      Para manter o controle sobre o projeto do início ao fim, um gerente de projetos utiliza várias técnicas, dentre as quais se destacam:

      • Planejamento de projeto;
      • Análise de valor agregado;
      • Gerenciamento de riscos de projeto;
      • Cronograma;
      • Melhoria de processo.

      Alguns empreendimentos necessitam ser executados e entregues sob determinadas variáveis ou restrições. As variáveis principais também podem ser denominadas como tradicionais. O gerenciamento de projetos tenta adquirir controle sobre três variáveis:

      • Tempo;
      • Custo;
      • Escopo.

      Áreas de Conhecimento da Gerência de Projetos: Processos

      As nove áreas de conhecimento são compostas de processos de gerenciamento de projetos. O Guia de Conhecimentos em Gerenciamento de Projetos (PMBOK ) descreve as áreas de conhecimento em capítulos, listados a seguir:

      Ciclo de vida e organização do projeto
      Processos de gerenciamento de projetos de um projeto
      Gerenciamento de integração do projeto – descreve os processos requeridos para certificar-se que os vários elementos do projeto estão propriamente coordenados. Consiste em:
            o Desenvolver o termo de abertura do projeto
            o Desenvolver a declaração do escopo preliminar do projeto
            o Desenvolver o plano de gerenciamento do projeto
            o Orientar e gerenciar a execução projeto
            o Monitorar e controlar o trabalho do projeto
            o Controle integrado de mudanças
            o Encerrar o projeto
      Gerenciamento do escopo do projeto – descreve os processos requeridos para garantir que o projeto inclui todo o trabalho requerido (requisitos), e somente o trabalho requerido, para completar o processo com sucesso. Consiste em:
            o Planejamento do escopo
            o Definição do escopo
            o Criar a Estrutura Analítica de Processo (EAP)
            o Verificação do escopo
            o Controle do escopo
      Gerenciamento de tempo de projeto – descreve os processos requeridos para garantir que o projeto seja completado dentro do prazo. Consiste em:
            o Definição da atividade
            o Sequenciamento de atividades
            o Estimativa de recursos da atividade
            o Estimativa de duração da atividade
            o Desenvolvimento do cronograma
            o Controle do cronograma
      Gerenciamento de custos do projeto – descreve os processos requeridos para que o projeto seja completado dentro do orçamento aprovado. Consiste em:
            o Estimativa de custos
            o Orçamentação
            o Controle de custos
      Gerenciamento da qualidade do projeto – descreve os processos requeridos para garantir que o projeto vai satisfazer as necessidades pelas quais ele foi feito. Consiste em:
            o Planejamento da qualidade
            o Realizar a garantia da qualidade
            o Realizar o controle da qualidade
      Gerenciamento de recursos humanos do projeto – descreve os processos requeridos para fazer o uso mais efetivo das pessoas envolvidas no projeto. Consiste em:
            o Planejamento de recursos humanos
            o Contratar ou mobilizar a equipe do projeto
            o Desenvolver a equipe de projeto
            o Gerenciar a equipe de projeto
      Gerenciamento das comunicações do projeto – descreve os processos requeridos para garantir rápida e adequada geração, coleção, disseminação, armazenamento e disposição final das informações do projeto. Consiste em:
            o Planejamento das comunicações
            o Distribuição das informações
            o Relatório de desempenho
            o Gerenciar as partes interessadas
      Gerenciamento de riscos do projeto – descreve os processos relacionados a identificar, analisar e responder aos riscos do projeto. Consiste em:
            o Planejamento do gerenciamento de riscos
            o Identificação de riscos
            o Análise qualitativa de riscos
            o Análise quantitativa de riscos
            o Planejamento de respostas a riscos
            o Monitoramento e controle de riscos
      Gerenciamento de aquisições do projeto – descreve os processos requeridos para adquirir bens e serviços de fora da organização "dona" do projeto. Consiste em:
            o Planejar compras e aquisições
            o Planejar contratações
            o Solicitar respostas de fornecedores
            o Selecionar fornecedores
            o Administração de contrato
            o Encerramento de contrato

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  • A VCE estabeleceu a metodologia PDEQ.
    Desenvolvida e aderente ao Ciclo PDCA da qualidade, o mesmo utilizado pelas normas ISO, a metodologia VCE/PDEQ garante a qualidade nas atividades do projeto.
    Sua aplicabilidade já foi testada por dezenas de empresas e centenas de projetos. Metodologia baseada no PDCA de Shewhart / Deming:

    Planejamento
    Desenvolvimento
    Execução
    Qualidade
    que é o método PDCA?

    Como funciona a metodologia PDEQ da VCE

    O planejamento e desenvolvimento dos trabalhos são suportados pela norma de requisitos em um cronograma específico e pela metodologia VCE / ISO PDEQ, que tem por finalidade garantir a qualidade do produto final, de acordo com especificações estabelecidas. A seqüência de atividades é focada pela metodologia PDEQ: Planejamento, Desenvolvimento, Execução e Qualidade de Resultados.

    Como a VCE executa seus trabalhos por meio de ferramentas de planejamento, estas ferramentas são adaptadas à metodologia, gerando assim etapas definidas do PDEQ e atividades a serem executadas com tempo (deadlines) e recursos definidos.

    Relatórios de Progressos são fornecidos em concordância com o cliente e reparos (replanejamento) são estruturados, de acordo com os recursos de tempo e finanças contemplados.

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  • Executadas por consultores especializados da VCE para atender requisitos das seguintes normas:

    NBR ISO 9001:2008
    NBR ISO 14001:2004
    OHSAS18001:2007
    NBR 16001
    ISO TS 16949:2009

    NBR ISO IEC 17025
    NBR ISO 13485:2003
    Civil PBQP-H
    ONA
    Sistemas Integrados de Gestão –

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  • Análise de Dados

    • Análises de dados é a atividade de transformar um conjunto de dados com o objetivo de poder verificá-los melhor dando-lhes ao mesmo tempo uma razão de ser e uma análise racional. É analisar os dados de um problema e identificá-los. A análise de dados possui diferentes facetas e abordagens, incorporando técnicas diversas. Tem grande importância em áreas como: ciências, estudos sociais e negócios, por conta da diversidade de modelos possíveis.

      A estatística utiliza-se das teorias probabilísticas para explicar a frequência da ocorrência de eventos, tanto em estudos observacionais quanto em experimento modelar a aleatoriedade e a incerteza de forma a estimar ou possibilitar a previsão de fenômenos futuros, conforme o caso.

      Algumas práticas estatísticas incluem, por exemplo, o planejamento, a sumarização e a interpretação de observações. Dado que o objetivo da estatística é a produção da melhor informação possível a partir dos dados disponíveis, alguns autores sugerem que a estatística é um ramo da teoria da decisão.

      A estatística é uma ciência que se dedica à coleta, análise e interpretação de dados. Preocupa-se com os métodos de recolha, organização, resumo, apresentação e interpretação dos dados, assim como tirar conclusões sobre as características das fontes donde estes foram retirados, para melhor compreender as situações.

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  • Softwares

    • Sempre agrupado a projetos específicos, somos capazes de produzir softwares para análise de dados e gráficos interpretativos com resolução de problemas gerenciais e operacionais na organização.

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  • Palestras Gratuitas

    • A VCE lança periodicamente palestras gratuítas com inscrições abertas para toda a comunidade empresarial. Os assuntos sempre são de alta relevância e o objetivo das mesmas não é somente a informação por si só, mas o estreitamento de contato entre a comunidade empresarial e seus consultores, promovendo o debate sadio e a discussão de dúvidas do dia-a-dia.

      Para receber sempre avisos de lançamentos de palestras novas, inscreva-se em nosso cadastro.

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  • Cursos de Curta Duração

    • TREINAMENTOS

      Aspectos de treinamentos sempre devem ser levados em consideração, quando praticados sob objetivos comuns às atividades necessárias. Isto significa que a gerência deve definir treinamentos com base nas competências definidas pela organização e/ou como sendo almejadas, mas que tenham alguma função pré-estabelecida.

      A experiência demonstra que existem alguns aspectos que influenciam o bom comportamento de um treinamento:

      1. Localização

      No tocante à localização, cabe dizer que capacitações realizadas dentro da área de trabalho não oferecem total atenção, disposição e ambiente adequado, sendo necessário se afastar do trabalho para um melhor aproveitamento.

      2. Instrutor

      Aspectos do instrutor requerem experiências e didática, o que não requer muitas discussões, já que para o processo de aprendizado requer competências de quem transmite a informação.

      3. Funcionários

      Aspectos dos funcionários devem ser discutidos principalmente junto com os objetivos que a organização definiu para ele, ou seja, como o treinamento foi definido sob objetivos comuns de seu trabalho, É necessário, depois, que se façam devidas avaliações de pós-desempenho para saber se o mesmo absorveu o conhecimento solicitado.

      Acesse os treinamentos empresariais e se inscreva. Entraremos em contato brevemente.

      EDUCAÇÃO CONTINUADA

      A educação sempre será uma ciência capaz de trazer às pessoas, conhecimento para tudo o que se desejar, seja de cunho empresarial, desenvolvimento humano ou mesmo inter pessoal.

      A idéia de propor cursos de educação continuada na VCE, nasceu das oportunidades de oferta profissional para envolvimentos em trabalhos com a VCE ou para pessoal da própria empresa contratada. Neste sentido, e de comum acordo com o perfil do indivíduo e a programação da EC, aprender trabalhando com os clientes.

      Para se candidatar aos cursos, é necessário verificar seu perfil e oferta de oportunidades que a VCE apresenta. Se você se interessar é só se cadastrar que entraremos em contato com você.

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